
Quando as Escrituras voltaram ao centro, o ensino reencontrou sua missão.
Entenda como a Reforma Protestante fortaleceu o acesso à Palavra, impulsionou uma cultura de ensino e deixou uma herança que continua ensinando a Igreja, a Família e a Escola Bíblica. Quando falamos sobre a Reforma Protestante, é comum pensarmos em teses, concílios, debates doutrinários, púlpitos, traduções bíblicas e reformadores. Todos esses elementos fazem parte dessa história e ajudam a compreender a profundidade daquele movimento. Contudo, há uma dimensão que também precisa ser retomada com atenção: a Reforma impulsionou uma cultura de ensino. A volta às Escrituras exigia que o povo pudesse ouvir, ler, compreender, memorizar, ensinar e aplicar a Palavra de Deus. Por isso, a Reforma não se restringiu aos grandes debates teológicos. Ela alcançou a igreja local, a vida familiar, a educação das crianças, a preparação dos pastores, a alfabetização, a catequese, a pregação e o discipulado cotidiano. Quando as Escrituras voltaram ao centro da vida da igreja, o



